domingo, 25 de novembro de 2012
O ELO
Quero dizer-te dos beijos
Que depositei em tuas mãos,
Coloca-os onde a ti derem prazer
E sente-os profundamente, do meu fardo aliviado.
Espalmadas em meu rosto
E tão quentes de meus beijos
São tuas mãos a certeza de que existo
E que elas abstraem de mim o teu concreto.
Há nelas o elo de nossa aliança
Unindo o inelutável de nossos destinos,
Em que aponho orações de mil amores
No evidente apogeu de ontem e para sempre.
Dalva Molina Mansano
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E é por este elo que canta e versa e ilumina todos os dias e faz este mar onde mergulha suas alegria e emerge com ternura e graça.
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