perdido o chão de mim
Hiato quieto, sem fim
silêncio em desarranjo
deixou a alma sorrateira
o invólucro sem leme
pairou do abismo à beira
sem um corpo que a algeme
um vazio na memória
feito sono forçado
assim que cantou o Glória
partiu para outro lado
pousou quem sabe onde
essa menina arteira
pergunto e não responde
arriou toda lampeira

Tive a nítida impressão de que a alma ausentou-se do corpo. Muito bom o poema.
ResponderExcluirMuito bem o disse Giovana. E seu poema é simplesmente um milagre.
ResponderExcluirQuerida,você é pura inspiração eencantamento!Abraçossss
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