sexta-feira, 28 de setembro de 2012
SOB A VERDADE DAS ESTRELAS
O homem preparou a terra
Com as mãos de sonhos,
Arou,
lavrou,
Fez sulcos.
A chuva molhou as sementeiras.
No macio delas,
Eu semeei poesia
De todos os tons,
De sons diversos,
O vento cantou.
Os canteiros acolheram o plantio.
A melodia poética
Misturou-se ao ouro do sol,
Vi o campo transformado
E colhi o ramalhete
Que te dou em versos.
Todas as noites,
Sob a verdade das estrelas,
há cantigas do trigo que será pão
e de poemas que espalho sob o sereno
ao toque da brisa noturna.
Dalva Molina Mansano
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