Naquele banco, à beira da vida
senta-se ela, à espera do nada.
Tanta gente já passou,
muitos foram e não voltaram.
Observa o vai e vem
dos transeuntes, despercebida
aguarda descer o sol
silenciosamente,
sem explicar-se.
Deixa correr uma lágrima
Diariamente.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Que bom você ter me visitado! Deixe-me o encanto de suas palavras. Obrigada.