A poesia me chamou,
acreditei no chamado.
Fiz reverências
e me perfumei.
Olhou-me,
feito criança que mente,
Demos os braços,
de ganchinho,
ela e eu,
impunemente.
E saímos vida afora,
Ela mentindo,
Eu acreditando,
Fingidamente.
Dalva, ela te chamou e você - menina educada que é - não quis fazer desfeita, correu aos braços dela... e se entregou...hoje vivem felizes, para sempre, envoltas em sonhos e palavras que nos fazem sonhar também!Lindo amiga!
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