Às portas de mais um Natal
o mundo começa a se colorir
de verde e vermelho.
A aurora surge novamente,
linda como a mais linda princesa
daqueles nossos antigos sonhos e
das histórias de fadas
que nos contaram um dia.
Vem a tarde, abraça-nos
com um calor inebriante,
o dia parece que vai explodir
de tanta luz!
Surge a noite,
estrelas artificiais
cobrem a terra e, no alto,
lá bem alto, onde não alcanço
com a ponta de meus dedos,
estão as mais lindas...
aquelas que eu não podia contar
quando criança,
porque faziam crescer verrugas nas mãos.
Aí me pergunto: por que não as contei?
Teria sido tão divertido e,
talvez, nem tivessem nascido as tais verrugas...
Hoje, quase não tenho tempo
de olhar pro céu,
mas sei que elas estão lá e...
numa bela noite ainda crio coragem ...
conto-as apontando com o indicador;
se nascerem verrugas,
nem ligo pra elas;
faço a simpatia
que minha mãe me ensinou e
puf! Desaparecerão como encanto!
Dalva Molina Mansano
2006
Querida, estou procurando suas últimas criações e não as estou encontrando...
ResponderExcluirQuando publicá-las, avise-me, ok? Grande beijo Loiva