
FOTO : GOOGLE
Precisando comprar papel para a impressora, entrei hoje numa papelaria. Não sei explicar o motivo, mas elas (as papelarias) sempre me encantam. Na verdade, acho que sei o motivo desse encantamento, sim, mas prefiro não falar dele, poderia parecer trauma e não me agradam os traumas.
Entretida fiquei lá, olhando objetos atraentes. Cartões de Natal? São lindos, bem desenhados, emoções colocadas no papel. Deixei-os lá, porque nada me interessou mais do que um, imaginem, um caderno.
Estava lá com capa dura, araminho em espiral e desenhos coloridos. Tão BONITO, divisões para dez matérias e um cheirinho bom nas folhas.
Comprei-o, trouxe-o para casa e o espio, volta-e-meia. Não vejo a hora de inaugurá-lo e haverá de ser com lápis, grafite nº 2, porque é assim que gosto. Como é bom ter um caderno e escrever, escrever, escrever... isso... no caderno!
Dalva Molina Mansano
20.12.2013
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